Há histórias que se confundem com a própria identidade de uma cidade. A de Wagner Ghizzoni Júnior é uma delas. Há 22 anos, ele está à frente do Jornal REPLAY, veículo que fundou com um propósito claro: dar ao esporte local o destaque que ele merece, em todas as suas modalidades — do futebol de várzea ao paradesporto de alto rendimento.
Uberabense de coração, bairrista assumido, Wagner construiu uma trajetória em que o jornalismo esportivo se tornou instrumento de valorização de atletas, equipes e conquistas que, sem ele, talvez passassem despercebidas. Foi assim, no dia a dia das coberturas, que ele criou um jeito próprio de contar o esporte de Uberaba.
Pioneirismo nas telas
Muito antes das transmissões ao vivo se tornarem comuns, Wagner já apostava no streaming esportivo na cidade. Começou pelo futebol amador e expandiu para futsal, futevôlei, handebol, voleibol e até o basquete em cadeira de rodas — dando visibilidade a modalidades que raramente encontravam espaço na mídia tradicional.
Tradições que ele criou
Mais do que notícia, Wagner criou movimento. A Feijoada Solidária da Seleção REPLAY, o Troféu Raimundo Sarkis e a campanha Sou Atleta que Dá o Sangue nasceram de suas mãos e, com o tempo, viraram tradição — datas que o calendário esportivo de Uberaba já não dispensa.
Do Mineiro ao México
Narrador e comentarista, Wagner já esteve presente no Campeonato Mineiro e no Brasileiro, seja pelo REPLAY, seja em parceria com outros veículos. Sua trajetória ganhou um capítulo especial recentemente, quando levou o nome de Uberaba para dentro da Copa do Mundo, vivendo de perto a emoção da competição na Cidade do México. Também esteve em eventos de grande porte, como o Mundial de Handebol, o Mundial de Bocha Paralímpica e as Paralimpíadas Universitárias — experiências que reforçam seu compromisso com o esporte em todas as suas formas.
Reconhecimento que atravessa gerações
As edições impressas especiais do REPLAY, como a do Centenário do Uberaba Sport Club, e o Almanaque Divertido das Copas do Mundo, alcançaram nomes de peso no jornalismo esportivo brasileiro — Milton Neves, Sílvio Lancelotti, Paulo Vinicius Coelho, Celso Unzelte e Marcelo Duarte estão entre os que já elogiaram o trabalho de Wagner.
Um legado que começa em casa
Jornalista, uberabense e bairrista, Wagner é pai de Enzo e Theo, que herdaram do pai o gosto pela leitura e a paixão pelo esporte — já colecionando medalhas no futsal, natação, corrida e judô. Uma prova de que o exemplo, antes de ser público, se constrói dentro de casa.
O esporte como caminho de solidariedade
Há mais de cinco anos, Wagner também promove a ronda solidária, levando lanches a moradores de rua, sempre ao lado de amigos e parceiros que abraçam a causa. É esse espírito — sempre disposto a participar de eventos e ações que levem o bem ao próximo — que resume, talvez, o que há de mais essencial em Wagner Ghizzoni Júnior: um jornalista que, ao narrar o esporte, também transforma a cidade que ama.
Diante de todo esse lindo trabalho prestado à sociedade, Wagner Ghizzoni é Gente que Transforma!