Frutal Chance de cura
“Câncer de mama tem cura, o perigo é o silêncio”, alerta mastologista da Unimed Uberaba
Metade dos casos no Brasil ainda é descoberta tardiamente; diagnóstico precoce pode garantir mais de 90% de chance de cura, reforça o médico Renato Abrão.
02/11/2025 10h27
Por: Redação

Em pleno Outubro Rosa, o alerta volta a soar alto: o câncer de mama tem cura, mas apenas quando é descoberto a tempo. O mastologista cooperado da Unimed Uberaba, Dr. Renato Abrão, reforça que a prevenção mais poderosa continua sendo o diagnóstico precoce, responsável por elevar as chances de cura para mais de 90% e reduzir drasticamente os impactos físicos e emocionais da doença.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar 73.610 novos casos até o fim de 2025, número que reforça a importância de campanhas de rastreamento e de uma mudança urgente no comportamento preventivo das mulheres.

O cenário, porém, ainda é preocupante. Informações da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) mostram que apenas 22% das mulheres entre 40 e 49 anos realizaram mamografia na última década. Pior: mais da metade dos casos ainda é descoberta em estágio avançado, quando o tratamento é mais agressivo e as chances de cura diminuem.

De acordo com o Dr. Renato Abrão, a falta de informação, o medo do diagnóstico e a dificuldade de acesso aos exames são fatores que afastam muitas mulheres da prevenção. “O maior inimigo é o silêncio. Muitas deixam para depois o que pode salvar suas vidas hoje”, afirma.

O médico destaca que a Clínica de Imagem da Unimed Uberaba é referência na cidade para o diagnóstico por imagem e mantém horários estendidos e atendimentos especiais, inclusive aos domingos, para ampliar o acesso aos exames durante o ano todo.

“O mais importante é lembrar que o câncer de mama tem cura, desde que seja detectado precocemente. Mais do que tratar doenças, nosso papel é inspirar o cuidado e a confiança”, conclui o mastologista.

Com o Outubro Rosa chegando ao fim, a mensagem que fica é clara: autocuidado, informação e diagnóstico precoce são as chaves que salvam vidas.