O sorteio da Copa do Mundo de 2026, realizado nesta sexta-feira (5), definiu os primeiros desafios da Seleção Brasileira na competição que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O Brasil ficou no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti, e a composição do grupo já movimenta discussões entre torcedores, analistas e apaixonados por futebol.
A estreia da equipe comandada por Carlo Ancelotti está prevista para o dia 13 de junho de 2026, contra o Marrocos. Na sequência, o Brasil enfrenta o Haiti, no dia 19 de junho, e encerra a fase de grupos diante da Escócia, no dia 24 de junho. As partidas ocorrerão em grandes palcos do futebol norte-americano, como Boston, Filadélfia, Miami, Atlanta e Nova Jersey.
À primeira vista, o grupo é considerado acessível, especialmente quando comparado a outras chaves do Mundial. No entanto, o histórico recente acende um alerta. O Marrocos foi semifinalista da Copa de 2022, eliminando potências europeias e mostrando alto nível tático. Já a Escócia traz tradição, disciplina defensiva e jogo físico intenso, enquanto o Haiti surge como a seleção mais modesta do grupo, mas com jogadores que atuam em ligas internacionais.
Outro ponto que chama atenção é o novo formato da Copa, que contará com 48 seleções, ampliando a fase de grupos e alterando o sistema de classificação. Avançam para o mata-mata o líder, o vice-líder e os oito melhores terceiros colocados, o que reduz o risco de uma eliminação precoce, mas também pode mudar a dinâmica estratégica das equipes.
A abertura da Copa será no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, no México, e a grande final acontece em 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Será o maior Mundial da história em número de jogos, seleções e sedes.
Para o Brasil, o Grupo C representa o equilíbrio entre favoritismo e cautela. A pergunta que domina as redes sociais e mesas de bar já está no ar: é um caminho tranquilo rumo ao hexa ou um grupo que pode surpreender?