Uberlândia vive uma fase de respostas concretas a duas das maiores expectativas da população — moradia digna e segurança pública — com ações que sinalizam avanço institucional e uso inteligente de recursos públicos. A Prefeitura anunciou que a plataforma online eHabita, lançada recentemente para facilitar o acesso a programas habitacionais, já contabilizou mais de 6,5 mil atendimentos realizados à população, agilizando inscrições e atualizações cadastrais para as faixas 1 e 2 do programa Minha Casa, Minha Vida sem a necessidade de presença física. A ferramenta digital, disponível no Portal da Prefeitura, oferece comodidade e inclusão, ampliando o alcance das políticas públicas de moradia no município.
A essa frente habitacional soma-se outra frente estratégica: o Termo de Cooperação assinado entre a Prefeitura e as Polícias Militar e Civil de Minas Gerais, que abre caminho para reforçar a segurança pública por meio da integração de tecnologias avançadas de monitoramento e inteligência policial. Esse acordo prevê a cessão de uso de sistemas de leitura de placas veiculares, e a instalação de 21 novos pontos de câmeras inteligentes com capacidade de biometria facial, ampliando a cobertura do sistema de videomonitoramento da cidade e fortalecendo a identificação de veículos roubados e pessoas procuradas pela Justiça.
O prefeito destacou que essas ações integradas são partes de um projeto mais amplo para transformar a gestão municipal em instrumentos que gerem impacto direto na qualidade de vida dos uberlandenses — seja garantindo que mais famílias consigam entrar no sonho da casa própria, seja consolidando ferramentas que permitam respostas mais rápidas e precisas no combate ao crime. A estratégia coloca Uberlândia na vanguarda de cidades que alinham serviços digitais, infraestrutura e parcerias com as forças de segurança para criar um ambiente urbano mais seguro e mais justo para todos.
Os atendimentos habitacionais pelo eHabita seguem disponíveis para quem se enquadra nos critérios das faixas 1 e 2 do programa federal, e a cooperação tecnológica com as forças policiais entra em fase de implementação gradual conforme a instalação dos novos equipamentos e integração dos sistemas.