A cidade de Uberlândia recebe, entre os dias 23 e 27 de março, a Femec 2026 (Feira do Agronegócio Mineiro), considerada um dos principais eventos do setor no estado e no Triângulo Mineiro. Realizada no Parque de Exposições Camaru, a feira reúne tecnologia, máquinas, insumos e oportunidades de negócios, com expectativa de movimentar cerca de R$ 2,7 bilhões.
A abertura oficial contou com a participação da Prefeitura de Uberlândia, que atua como parceira na realização do evento. Durante a cerimônia, o prefeito Paulo Sérgio Ferreira destacou o papel estratégico do agronegócio para a economia local e regional, além da importância de ampliar oportunidades para produtores rurais.
O evento também reuniu representantes de entidades relevantes do setor, como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais, além de lideranças políticas e institucionais.
Apoio ao produtor e serviços técnicos
Um dos destaques da participação do município é o estande “Udi no coração do agro”, que oferece espaço para pequenos produtores e agroindústrias locais apresentarem e comercializarem seus produtos. A iniciativa também disponibiliza atendimento técnico e orientações durante a feira.
Entre os serviços oferecidos estão suporte para regularização da atividade rural, emissão de documentos como o Cadastro de Imóvel Rural e a Inscrição Estadual de Produtor Rural, além de orientações técnicas voltadas ao aumento da produtividade.
Outro anúncio realizado durante a abertura foi a criação da Sala do Produtor, espaço que reunirá serviços integrados para atender demandas do setor rural no município.
Impacto econômico e projeção regional
Com mais de 165 mil visitantes esperados e centenas de expositores, a Femec consolida-se como um dos principais motores econômicos do agronegócio mineiro. A feira funciona como vitrine de inovação e ponto de encontro entre produtores, empresas e investidores.
Além do impacto financeiro direto, o evento também fortalece a posição do Triângulo Mineiro como polo estratégico do agronegócio brasileiro, ampliando conexões comerciais e estimulando o desenvolvimento regional.
Ao mesmo tempo, a forte presença de lideranças políticas e institucionais reforça o peso do setor não apenas na economia, mas também nas articulações públicas e estratégicas que envolvem o campo.