

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu participou, nesta semana, da cerimônia de posse da nova chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, a pesquisadora Mariana de Aragão Pereira. O evento reuniu autoridades do setor produtivo e representantes institucionais, incluindo a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá.
Representando a ABCZ, estiveram presentes o presidente Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges e o superintendente técnico Luiz Antonio Josahkian, que destacaram a relevância da parceria entre as instituições para o avanço da pecuária nacional.
Durante a solenidade, foi ressaltado que a Embrapa Gado de Corte desempenha papel estratégico no desenvolvimento do setor, com mais de cinco décadas de atuação em pesquisa e inovação. A relação com a ABCZ foi apontada como uma das mais consolidadas da unidade, com cooperação iniciada ainda na década de 1970, especialmente no compartilhamento de dados genéticos e fenotípicos de bovinos zebuínos.
Segundo o pesquisador e ex-chefe-geral da unidade, Antônio do Nascimento Ferreira Rosa, conhecido como Toti, essa parceria resultou na formação de uma das maiores bases de dados sobre zebuínos do mundo, contribuindo diretamente para o melhoramento genético e aumento da produtividade no campo.
Em seu discurso de posse, Mariana de Aragão destacou o compromisso com a continuidade dos trabalhos e a importância da colaboração entre instituições. Ela também enfatizou que assume o cargo como símbolo da evolução institucional, sendo a primeira mulher a liderar a unidade.
Além da participação na cerimônia, a comitiva da ABCZ visitou a Fazenda Modelo da Embrapa, em Campo Grande, onde conheceu de perto as tecnologias aplicadas à produção pecuária, incluindo práticas de seleção genética, manejo e melhoramento de rebanhos.
A agenda também incluiu visita ao Escritório Técnico Regional da ABCZ em Campo Grande, onde foram discutidas demandas de produtores locais e estratégias para ampliação dos serviços oferecidos no estado.
A nova gestão sinaliza continuidade nas ações de pesquisa, com foco em sustentabilidade, inovação e transferência de tecnologia, pilares considerados essenciais para o fortalecimento da pecuária brasileira nos próximos anos.
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